Morena Lee, nasceu há 3 anos como o perfil literário de uma ex-aspirante a jornalista e (agora) futura design gráfica. Ela gosta tanto de livros, cinema, música e artes que por isso resolveu escrever sobre esses assuntos. Desde então, Morena Lee deixou de ser um blog e se tornou um portal de ideias da Jess Romano.
"A opinião é sua, o conceito é nosso".
Seja Bem-vindo(a)!
e-mail romanolee@bol.com.br
Idade - 23 anos e alguns dias
Cidade - Sorocaba/SP
"Tenho andado distraído, impaciente e indeciso. Ainda estou Confusa, só que agora é diferente..." não... não estou nada tranquila, muito menos contente.
Perdi meu chão, isso é fato. As vezes entro em tristeza profunda, subitamente causada por uma lembrança, e constantemente por uma saudade. Das mãos, do abraço, do cheiro. Do jeito de reclamar, de concordar comigo. Exigir mudanças, exigir verdades. Fingir-se ofendida com algum comentário, tendo crise de ciúmes. Vontade de ouvir o som da moto parando no meu portão e eu já esperar um toque no meu celular pedindo pra eu recebê-la. De sair do trabalho e ver aqueles olhos me fitando com braveza pelo atraso. Das viagens sonhadas, dos encontros planejados.
Saudade do afeto.
Mesmo não podendo mais ligar, ou receosa em mandar uma mensagem. Todas as manhãs antes de me levantar, meu bom dia pra você já é dado. Já se passaram semanas, e eu ainda sinto falta... Acostume-se, é o que me dizem. Mas não tem como... pois além de um grande amor, perdi muitas outras personagens.
Perdi a melhor amiga, a confidente, a sócia, a companheira.
Amiga: com quem posso falar sobre meus sentimentos? Sobre a minha tristeza ou momentânea alegria? Confidente: ou então com quem argumentar sobre novidades do meu dia-a-dia, sobre sonhos, causos e surpresas? Fofocas também?
Sócia: fiz de seus sonhos os meus, e hoje recebi o retorno das empresas que juntas pesquisávamos... mas, com quem posso debater agora? Investimentos, sugestões de melhorias e clientes em potencial surgindo?
Companheira: a perda mais difícil. Tinha o melhor abraço pra me confortar, me ouvia e aconselhava da maneira dela. Sabia tudo de todos ao meu redor, sabia tudo sobre mim... e ainda permaneceu ao meu lado. E agora, quem poderá me ajudar a superar meus pequenos e grandes problemas?
Tenho medo de te reencontrar.
Fobia de imaginar cruzar com você na rua. As vezes buscava coisas sobre você, mas quando descobria parecia um infarto. Eu nunca imaginei que pudesse morrer tantas vezes num minuto ao outro.
Saber que já não sente minha falta, me faz desejar não sentir também vontade de te procurar.
Pôneis Malditos, Pôneis Malditos, venha com a gente atolar. Odeio barro, odeio lama. Que nojinho!!! Não Vou Sair do Lugar... lálálálá Te quiero! ♫
Este é o single do novo comercial da marca Nissan. Desde sua exibição na tv aberta (sábado), os tuiteiros não param de citar a tag #pôneismalditos, e já virou assunto do momento - mundial.
A responsável por essa “maldição” é a agência paulista Lew´Lara\TBWA, empresa criada em 1992 por Jaques Lewkawicz e Luiz Lara. E se você não viu, não segue o twitter ou estava fora do planeta neste fim de semana, veja o vídeo abaixo e divirta-se com a musiquinha mais chiclete do momento:
O que você seria capaz de fazer para continuar vivo?
127 horas (127 hours)
Um filme para quem tem estomago - e nervos de aço.
Baseada na agonizante história de Aron Ralston, alpinista aventureiro que - em maio de 2003 - decidiu escalar as fendas do Grand Canyon em um fim de semana qualquer. Sem avisar ninguém, ele acaba ficando preso em uma rocha que cai sobre seu braço direito em um desfiladeiro, impossibilitando-o de sair dali. Com pouca água e equipamentos básicos de escalada, Aron tenta (a todo o tempo) não entrar em desespero. Inicia-se então uma luta contra um destino que cedo ou tarde lhe surpreenderia. Inúmeras tentativas frustradas o levaram a mais mórbida atitude de se salvar, e talvez, a única saída para continuar vivo.
Em seus longos dias e noites preso, ele registrou em suas inseparáveis câmeras futilidades do que ainda conseguia rir e mensagens aos familiares que não esperava ver de novo.
Um dos momentos que consigo descrever como sutilmente encorajador foi à visão do filho que ele até então nunca pensou ser capaz de ter, baseado na vida cheia de imaturidade que levava.
::Particularidades Não consigo descrever o bem que me fez ver a história deste rapaz, pois a fase que tenho passado me permite comparar humildemente a sua situação. Estou numa fenda, penetra pouca luz, e eu sei o que eu preciso fazer para viver. Me arrependo – como ele – do pouco contato que tenho com meus pais achando que todo o tempo do mundo será suficiente para desfrutar de suas companhias. De não dar ouvidos ao que me diziam. De fazer as coisas achando que estavam todos errados, e de repente o que antes era tudo para mim, agora me apunha-la pelas costas. Eu não quero chegar tão longe quanto ele teve que chegar para dar valor, mas eu sei que só assim eu vou aprender. (metaforicamente falando, não que eu vá amputar meu próprio braço!)
::Fatos interessantes
*O filme foi gravado exatamente no mesmo lugar que Aron Ralston ficou preso 7 anos atrás. *A câmera de video que James Franco usa no filme, é a usada pelo real alpinista. *E uma dica do personagem: Na dúvida, compre um canivete originalmente suíço.
Em novembro de 2003 saiu na coluna "Minha história" - da revista Capricho - a Incrível História da menina que foi atacada por um tubarão. Talvez vocês se lembrem dela. Seu nome é Bethany Hamilton, que na época tinha 13 anos e competia no circuito local feminino em Kaui, no Hawaii. Em uma sexta-feira, Bethany treinava com uma amiga e o pai dessa amiga nas ondas quando foi atacada pelo tubarão e teve o braço esquerdo arrancado junto com um pedaço da prancha. Mesmo todos acreditando que ela nunca mais conseguiria subir em uma onda, por talvez ficar traumatizada, a jovem garota recém deficiente provou que era capaz, e voltou às competições pelo mundo.
8 anos depois, esta historia virou filme:
SOUL SURFER
14 de outubro nos cinemas
"Quando você se recupera de uma perda e segue adiante sem nunca dizer "nunca", encontrará um campeão".
Amigos são como folhas de uma grande árvore. Nos fazem companhia, nos aconchegam. E então, sem esperar são desprendidas dos galhos e se vão para sempre, deixando apenas o espaço de uma sombra que nunca mais será feita, mas para sempre lembrada.
Colando rapidinho por aqui só pra mostrar que encontrei o vídeo de um dos melhores vector’s baseado em um personagem de desenho animado: Jessica Habbit (do filme: Uma cilada para Roger Habbit). Esse tipo de transformação chama-se Untooneds, que é o grande feito de dar o aspecto “carne e osso” para personagens fictícios utilizando o photoshop.
Perfeita! E só podia ter sido inspirado na Jolie mesmo.